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Concurso Público para Pessoa com Deficiência: Como Funciona?

27 novembro
Você já pensou, tentou ou quer prestar um concurso público mas não sabe como funciona? Na postagem de hoje iremos explicar as regras do concurso público para a pessoa com deficiência.

A imagem traz uma lupa, e no centro da lupa a logomarca do território deficiente, no lado direito da lupa a frase que pergunta: Concurso público para pcd como fazer?


Queremos lembrar que esse tema veio de uma leitora do território deficiente, se você também possui uma dúvida ou sugestão de postagem que agregue com a proposta do blog, envie para nós aqui. Para explicarmos como funciona as regras do concurso público para as PcD, primeiro queremos te mostrar sobre a lei e o seu direito:

A nossa Constituição Federal diz que “a lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas com deficiência e definirá os critérios de sua admissão”. Nesse sentido, a Lei n. 8.112/90 trouxe as regras sobre os concursos federais:

“Às pessoas com deficiência é assegurado o direito de se inscrever em concurso público para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência; para tais pessoas serão reservadas até 20% das vagas oferecidas no concurso.” 

Vimos acima que é reservado para outras pessoas 20% das vagas, e vamos juntos questionar, e para as PCDs qual é a porcentagem reservada? Ficam reservadas às pessoas com deficiência, no mínimo, cinco por cento das vagas oferecidas para o provimento de cargos efetivos e para a contratação por tempo determinado para atender necessidade temporária de excepcional interesse público, no âmbito da administração pública federal direta e indireta.

Vale ressaltar que essa regra se aplica apenas aos concursos federais, portanto, você precisa verificar a regra do Estado ou Município, que costumam seguir as regras federais, ou não. E agora, iremos saber como funciona as regras, como se preparar e outros requisitos:

👉  Quais deficiências têm esse direito?

✓  Deficiência física;
✓  Deficiência auditiva;
✓  Deficiência visual;
✓  Deficiência menta;
✓  Deficiências múltiplas.

👉  O que mais cai no concurso da prefeitura?

 ✓  Língua Portuguesa;
 ✓  Matemática;
 ✓  Direito Constitucional;
 ✓  Direito Administrativo;
 ✓  Informática e Tecnologia.

Essas são as que costumam aparecer com mais frequência, mas é claro que cada banca organizadora têm a sua política em relação às disciplinas e quanto valem na nota final.


É muito difícil passar em um concurso público?

Não existe uma fórmula única de como passar em concurso público. Então, mesmo que a prova seja daqui a um mês, comece hoje. Mesmo com um edital já publicado, se você tiver foco, é possível passar. É mais difícil, mas já aconteceu com outras pessoas e você pode ser o próximo.

Qual a chance de passar em um concurso público?

Apenas 8% dos candidatos se preparam de verdade para um concurso e para ter boas chances de ser aprovado em um concurso simples, com nível de exigência menor, você precisa de, pelo menos, quatro ou cinco meses de preparação.

👉  O que estudar para passar em concurso público?

✓  Entenda o edital. Se o edital já tiver sido divulgado, o mais importante é ler com muita atenção cada item dele;
✓  Organize seu tempo;
✓  Use técnicas para otimizar os estudos;
✓  Cuide da alimentação;
✓  Desenvolva a autoconfiança;
✓  Estude se divertindo;
✓  Estude praticando com questões.

👉  Como se preparar para um concurso em pouco tempo?

✓  Comece fazendo um roteiro de estudo;
✓  Preze pelas disciplinas mais importantes;
✓  Administre o tempo que tem da melhor maneira;
✓  Aposte em cursos online;
✓  Estude pelas provas das edições anteriores;
✓  Não se deixe consumir pelo nervosismo.

👉  O que estudar para concurso público prefeitura nível fundamental?

 ✓  Ciências;
 ✓  Geografia;
 ✓  História e Sociologia.

Além das matérias citadas, as provas de Nível Fundamental podem cobrar questões específicas ao cargo pretendido. Muitas vezes, as Prefeituras também avaliam conhecimentos de Legislação e Administração Pública.


Quais os benefícios de passar em concurso público?

A tão sonhada estabilidade é uma realidade para o servidor público. Um dos principais motivos que levam uma pessoa a prestar um concurso público é a estabilidade financeira. Após três anos de trabalho, um profissional concursado só pode ser demitido por causas graves.

Quanto tempo demora para sair o resultado de um concurso público?

Leva em média 60 dias, após divulgação do resultado oficial para o candidato ser chamado para homologação, realizar exames e apresentar a documentação exigida no edital. O tempo médio para a convocação varia de acordo com o órgão. A posse só é realizada quando o nome do candidato é publicado no Diário Oficial.

O que fazer depois de passar em um concurso público?

Após a nomeação ser publicada você tem 30 dias para tomar posse. Você terá que comparecer no local indicado, com toda documentação prevista no edital. Depois de empossado, terá outros 15 dias para começar a trabalhar. Se você não se apresentar nesse prazo, será exonerado.

Quem passou em concurso e não foi chamado?

Pelo menos dois meses antes da validade do concurso acabar, o candidato pode protocolar um documento no órgão para o qual prestou concurso pedindo a nomeação. O órgão tem no máximo 30 dias para deferir ou indeferir o pedido. 

E para finalizar, entenda a diferença entre duas palavras: Qual a diferença entre convocação e nomeação?

Quando um aprovado é nomeado para um cargo, ele é convocado a assumi-lo. A convocação é simplesmente o Estado chamando o indivíduo para que ele tome posse. Diante dessas perguntas e respostas relacionadas ao concurso, podemos perceber que independente da sua deficiência o que vai exigir de você é... ESTUDO!

E para temos certeza que ajudamos de alguma forma, diga nos comentários para qual área pretende concorrer e de qual cidade você é. Desejamos à todos, boa sorte!

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Pessoa com Deficiência já Pensou em Ganhar Dinheiro na Internet?

25 novembro
Ganhar dinheiro na internet? Essa é uma pergunta que muitas pessoas tem interesse na resposta, independente de ser ou não ser deficiente. Diariamente estamos conectados na internet usando as redes sociais, curtindo os posts, compartilhando conteúdo, nos expressando através de textos, vídeos e fotos. Mas você já parou para pensar que essas ações podem resultar em trabalho e dinheiro?

Pessoa com Deficiência já Pensou em Ganhar Dinheiro na Internet?

Pessoa com Deficiência Dinheiro na Internet

Sabemos que os desafios para as pessoas com deficiência no mercado de trabalho são muitos, vamos colocar alguns como exemplo:

- Dificuldade de locomoção
- Falta de acessibilidade
- Falta de plano de carreira 
- Poucas oportunidades de crescimento dentro da empresa 
- A Lei de Cotas que alcança mais as pessoas com deficiências leves 

Entre outras coisas. Diante de tudo isso, sabia que é possível fazer da internet seu local de trabalho? Sim, vamos te mostrar como utilizar cada uma das principais redes sociais para te gerar dinheiro:

TikTok: basta baixar o aplicativo, fazer o seu cadastro utilizando um e-mail, entrar no perfil e clicar no ícone da moeda  existente no canto superior esquerdo da tela, dessa forma poderá adquirir os chamados “rubis”, cada 10 mil rubis, você GANHA um real. Quer iniciar no Tik Tok? Clique aqui

Instagram: Fazendo posts para marcas que querem ser expostas ao seu público, tornando-se um afiliado e GANHANDO comissão sobre a vendas de produtos de outras marcas, criando e vendendo um produto físico ou digital, ou oferecendo um serviço pago e vendendo suas fotos.

Facebook: Crie uma fan page  (é uma página específica de marcas, empresas, blogs ou outros), publique conteúdo relevantes, use o Messenger para se aproximar do seu público, esteja presente em grupos relacionados ao seu nicho, crie o seu próprio grupo de discussão.

Youtube: Ter pelo menos  1000 inscritos, ter pelo menos 4 000 horas de conteúdo assistido nos últimos 12 meses, seguir todas as diretrizes de conteúdo, apresentar um bom desempenho em relação á engajamento e comportamento no canal. Fazendo isso você estará apto para monetizar o canal e ganhar dinheiro!

Blog: A primeira opção para ganhar dinheiro com o blog é usá-lo para divulgar uma marca ou produto específico, vender produtos digitais, conteúdo por assinatura e marketing pessoal. Temos dois textos especiais para quem deseja iniciar no blog e fazer disso uma profissão rentável. 



Mostramos como usar ferramentas e as redes sociais na internet para gerar lucro, contudo queremos te lembrar de uma informação muito IMPORTANTE. Muitas pessoas com deficiência estão desempregadas nesse período de pandemia, no entanto parte delas recebem auxílio do governo e mesmo assim a renda não ajuda para se sustentar e com isso procuram uma renda extra pela internet.

Caso decida realmente trabalhar com a internet, mas recebe BPC (Benefício da Prestação  Continuada), saiba que segundo a Lei da organização da Assistência Social, a pessoa com deficiência que executar atividade remunerada terá o benefício de prestação SUSPENSO, inclusive na condição de MEI( Micro Empreendedor Individual), pelo órgão que o concedeu.- Mais informações aqui.

NÃO GOSTO MUITO DA INTERNET, POSSO GANHAR DINHEIRO A PARTIR DE CASA FAZENDO OUTROS TRABALHOS?


Sim, isso é possível, preparamos para você um e-book digital em PDF com 26 ideias de negócios lucrativos que você poderá iniciar ainda hoje. Clique botão abaixo e faça o download do seu exemplar gratuito!



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Símbolos de Acessibilidades e seus Significados!!!

23 novembro
Os símbolos de acessibilidade são de extrema importância quando falamos de inclusão social. Com eles fica muito mais fácil encontrar locais adaptados para quem tenha algum tipo de deficiência, incluindo deficiências auditivas.



O símbolo de acessibilidade mais famoso talvez seja o sinal de cadeira de rodas colocado em banheiros especiais. Esse símbolo, por exemplo, indica que o banheiro tem espaço suficiente para atender um cadeirante, além de acessórios adaptados.

Legislação dos símbolos de acessibilidade

Aqui no Brasil, a Norma Brasileira de Regulamentação, NBR 9050 foi criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e trata exclusivamente sobre acessibilidade. Ou seja, desde os símbolos que devem ser seguidos no Brasil, até às adaptações em edificações.

Então, normalmente quando não existe uma lei específica sobre determinado assunto, o que vale é a NBR da ABNT. Contudo, essa regulamentação foi tão completa e compreendeu tanto sucesso, que em março de 2018 o decreto nº 9.296 tornou obrigatória a observância da NBR 9050.

De acordo com a norma, que prevê os critérios técnicos de sinalização em acessibilidade em edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, o termo ‘acessibilidade’ é designado como “a possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privado de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida”.

O que são Critérios e Parâmetros de Acessibilidade?

O Objetivo da NBR 9050, como a própria norma cita, é estabelecer critérios e parâmetros técnicos a serem observados para que um projeto, construção ou instalação esteja adaptado às condições de acessibilidade.

Essa norma visa proporcionar ao maior número de pessoas, independente de idade, estatura, limitação de mobilidade, percepção, a utilização de maneira autônoma e segura do ambiente, edificações, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos.

Símbolo Universal de Acessibilidade da Organização das Nações Unidas – ONU

Símbolo Universal de Acessibilidade

O Símbolo Universal de Acessibilidade acima foi desenhado pela Unidade de Desenho Gráfico do Departamento de Informação Pública da ONU.  O desenho representa todas as vertentes da acessibilidade: serviços, tecnologias de comunicação, assim como o acesso físico.

O logotipo é o símbolo da esperança e da igualdade de acesso para todos e, para a sua criação, foi consultado um grupo composto por organizações da sociedade civil, juntamente com as organizações de pessoas com deficiência de diferentes países, chegando a um consenso global sobre o significado de acessibilidade.

A ONU afirma que o símbolo é neutro e imparcial, logo apelidou a logomarca de maneira carinhosa. Seu nome é ‘The Accessibility’, ou ‘A Acessibilidade’ em tradução livre para o Português.

Assim, é possível afirmar que a acessibilidade, além de proporcionar a toda população o direito de ir e vir, com segurança e o melhor grau de independência possível, garante a inclusão em todos os ambientes necessários para qualquer indivíduo.

Porém, vale ressaltar que não basta apenas uma estrutura física adequada, mas também o uso correto dela, respeitando as diferenças de cada um.


Símbolo de Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Física

Símbolo de acessibilidade - Deficiência Física

A acessibilidade para a deficiência física é indicada através do símbolo internacional de acesso. A representação dele se dá através de um pictograma branco sobre fundo azul. Nenhuma modificação, estilização ou adição deve ser feita nesse símbolo.

Símbolo Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual 


Símbolo de Acessibilidade - Deficiência Visual

O símbolo internacional de pessoas com deficiência visual deve indicar a existência de equipamentos, mobiliário e serviços para pessoas com deficiência visual. 

Símbolo de Acessibilidade - Deficiência Visual - Cão Guia

Vale à pena lembrar que os cães-guias devem ser permitidos em todos os locais, sejam eles restaurantes, meios de transporte ou outros locais públicos. O símbolo para informar que os locais estão prontos para receber cães-guias é o representado pela figura acima.

Símbolo de Acessibilidade - Deficiência Visual - Braile

Ainda sobre a deficiência visual, muitos locais possuem acessibilidade de panfletos explicativos, programas, materiais ou cardápios em formato Braille. O Braile é um sistema de escrita e leitura tátil para cegos, foi inventado pelo francês Louis Braille, e nele os caracteres são indicados por pontos em alto relevo. Tal sistema se tornou bastante popular e eficiente.

Símbolo Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Auditiva


Símbolo de Acessibilidade - Deficiência Auditiva

Normalmente exposto em lugares que oferecem acessibilidade, algum tipo de ajuda ou acesso para deficientes auditivos. Também pode ser usado para identificar uma pessoa (não apenas locais) com deficiência auditiva. No Brasil, motoristas com deficiência auditiva podem usar um adesivo com esse símbolo no para-brisa do carro. Vale lembrar que a utilização do adesivo não é obrigatória.


Símbolo de Acessibilidade - Deficiência Auditiva - Aparelho Auditivo


Para quem utiliza aparelhos auditivos também é importante ficar atento ao símbolo de telebobina. Ambientes com a imagem acima, identificam locais com sistema de aro magnético instalado. Portanto, nesses casos, basta acionar o modo “T” do seu aparelho.

Símbolo de Acessibilidade - Deficiência Auditiva - Audição Assistida

Seguindo a mesma linha de raciocínio o símbolo de sistema de audição assistida também emite sons diretamente ao aparelho do usuário. Contudo nesta imagem é indicado que a transmissão sonora pode ocorrer de qualquer maneira, como transmissões FM, por exemplo.

Símbolo de Acessibilidade - Deficiência Auditiva - Língua de Sinais

Outro sinal de acessibilidade fundamental para deficientes auditivos é o de língua de sinais. Esse, como o próprio nome já diz, indica que o evento será, em algum momento, conduzido pela linguagem de libras.

Símbolo de Acessibilidade - Deficiência Auditiva Símbolo de Acessibilidade - Deficiência Auditiva

Para quem possui dificuldade em ouvir esses dois símbolos são indispensáveis. O primeiro mostrado é o “Opened Caption” ou legendas abertas, as quais aparecem automaticamente em filmes, vídeos ou programas de televisão.

Já o segundo refere-se ao “Closed Caption” (Legendas ocultas), as quais precisam ser habilitadas para aparecerem. No Brasil, todo aparelho de TV, bem como todos os canais abertos devem possuir essa opção.

Símbolo de Acessibilidade - Deficiência Auditiva

Por último, este não é um símbolo exclusivo para deficientes. Porém é essencial para quem deseja manter a saúde auditiva em dia. Ele é utilizado em locais ruidosos que devem ser acessados com aparelhos para proteção sonora.

Símbolo Acessibilidade para Pessoas com Nanismo


Símbolo de Acessibilidade - Nanismo

O Nanismo foi incluído na lista de deficiências físicas desde 2004. Com isso, diversas leis beneficiam e ajudam na qualidade de vida de quem convive com essa condição.

Símbolo Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Intelectual


Símbolo Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Intelectual

A Deficiência Intelectual é um transtorno de desenvolvimento constatado nas pessoas que possuem um nível cognitivo e comportamental abaixo do que é esperado para a sua idade cronológica. Ou seja, as pessoas com déficit intelectual apresentam limitações nas suas habilidades mentais.

De acordo com dados do Instituto Inclusão Brasil, 87% das crianças que são diagnosticadas com deficiência intelectual possuem dificuldades de aprendizagem nas escolas e colégios.

Além disso, passam por maiores dificuldades para aquisição de novas competências. Contudo, é bem possível que estas crianças obtenham independência ao longo de suas vidas.

Símbolo Acessibilidade para Pessoas com Ostomia


Símbolo Acessibilidade para Pessoas com Ostomia

A população brasileira de pessoas ostomizadas é de aproximadamente 200 mil pessoas. Essas pessoas necessitam de uma cirurgia para a construção de um novo trajeto de saída de dejetos do corpo humano.

As pessoas ostomizadas utilizam uma espécie de bolsa no abdômen, com o objetivo de recolher os dejetos que precisam ser eliminados no corpo.

A principal falta de acessibilidade que esses cidadãos enfrentam é a ausência de espaços adequados para o esvaziamento da bolsa coletora em banheiros públicos. A NBR 9050 estipula que os banheiros de espaços públicos devem ser acessíveis para situações como essa.

A importância dos símbolos de acessibilidade


Os símbolos de acessibilidade possuem o objetivo de informar as pessoas com deficiência sobre quais espaços podem ser utilizados com segurança e autonomia. Embora a preocupação com a acessibilidade já seja muito difundida nos países chamados de primeiro mundo. Em países como o Brasil, essa questão é recente e está em estágio inicial.

De qualquer modo, além da questão moral e humana, que por si só já faz mais que jus a todas as medidas de sinalização de acessibilidade tomadas pelo governo e pelas empresas, há também um fator que merece ser ressaltado: a ampliação do mercado consumidor proporcionada pela entrada das pessoas com mobilidade reduzida ou portadoras de necessidades especiais.

Milhões de brasileiros dependem diretamente de medidas que tornem possível seu acesso a espaços públicos e privados, bem como a serviços e outras atividades. Isso significa que, quando uma empresa adota um projeto de sinalização de acessibilidade, ela está, automaticamente, ampliando seu espectro de clientes, já que um novo público consumidor passa a frequentar e procurar pelos seus serviços.

Isso quer dizer que, ao invés da medida ser um custo para as empresas, na verdade ela representa um ótimo investimento, já que atrairá tanto as pessoas que necessitam da acessibilidade como também os seus acompanhantes ou cuidadores, que são também consumidores em potencial. Desse modo, fica evidente que o investimento em sinalização de acessibilidade é uma das formas mais democráticas de se ampliar o mercado consumidor, promovendo igualdade e inclusão social.


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Deficiência, Redes Sociais e Compartilhamentos: Sabia que essa Mistura Gera Inclusão Social?

12 novembro
Nos dias atuais, a internet é uma realidade incontestável, a tecnologia muda constantemente, e o mundo virtual tem se tornado parte fundamental em nosso dia a dia real. Nesse contexto as redes sociais tem participação importante na vida das pessoas, hoje cerca de 70 a 80 % delas participam das redes sociais ou tem um perfil em uma dessas redes de sua preferência.

Deficiência, Redes Sociais e Compartilhamentos: Sabia que essa Mistura Gera Inclusão Social?

A imagem mostra uma mão segurando um celular, na tela do celular está as principais redes sociais com o ícone  de compartilhamento e logomarga do território deficiente
 


As pessoas com deficiência em sua maioria também estão nas redes sociais, participando e interagindo, ou militando sobre o preconceito, capacistismo e outros assuntos que boa parte das pessoas sem deficiência não têm contato ou noção, e por isso não sabem como esses temas prejudicam a vida dos deficientes.

O Facebook, Instagram, Tiktok, Youtube e outras redes sociais existentes, são nossos aliados para levar conhecimento através da tela do celular, notebook, ou computador mostrando a importância da inclusão social das pessoas com deficiência na sociedade.


AS REDES SOCIAIS COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO SOCIAL

A seguir vamos mostrar como podemos usar e aproveitar cada ferramenta das principais redes sociais na internet:

Facebook: Podemos escrever textos ou vídeos com temas interessantes para agregar conhecimento para as pessoas.

Instagram: Parecido com o facebook, mas com artifícios a mais, é usado para fazer lives ( vídeos ao vivo) ou story ( aonde se pode falar sobre o nosso dia-a-dia).

Tiktok: Nesse aplicativo há a possibilidade de criar idéias divertidas através de vídeos curtos, levando informações de forma leve.

Youtube: É a junção de todos as ferramentas, podendo fazer vídeos mais longos e detalhados  aumentando os assuntos que se queira falar. 

Agora, sabendo um pouco mais de cada um deles, você pode baixar no Play Store ou no App Store do seu celular. Importante! Antes de compartilhar qualquer conteúdo é preciso ter a consciência de pesquisar as fontes no Google e verificar se as informações são verdadeiras antes de transmitir para seu público. Assim terá uma comunicação correta, ajudando no crescimento do seu conteúdo. Vamos usar as redes sociais para aumentar a nossa voz e lutarmos por nossos direitos!

INCLUSÃO SOCIAL NA ERA DOS COMPARTILHAMENTOS

Na década de 30, um artesão com idade entre 29 e 30 anos aprendia com seus mestres e após o aprendizado passava a ensinar seus conhecimentos. ( Autor: Rogério Santanna dos Santos, site: revista.ibct.br).

Com base no contexto citado acima o compartilhamento de conhecimento vinha-se das informações do mestre, que era passada para os artesões. Hoje no século XXI temos a tecnologia que pode transferir notícias verdadeiras ou falsas, dependendo da forma que utilizamos podemos gerar uma boa comunicação ou gerar transtorno de informações.

No entanto para não cair na cilada de fake news, lhe mostraremos umas dicas de como verificar a informação para que todos tenha um conhecimento concreto no meio comunicativo que são as redes sociais.

👉  Ação incorreta de compartilhamento de informação:

✓  Busque a fonte
✓  Questione quem te mandou
✓  Cheque em fonte oficiais
✓  Evite"mandar" para todos os contatos
✓  Confira a data
✓  Ler a matéria inteira
✓  Não se deixe levar pela emoção
✓  Tenha responsabilidade
✓  Não compartilhe, se houver dúvida

Importante: É crime passar fake news adiante! Quer saber mais sobre: Fake News e Pessoas com Deficiência? Clique aqui

👉  Ação correta de compartilhamento de informação:

✓  Divulgue ou compartilha a marca/produto/ ideia que irá agregar a todos
✓  Interagir com o criador do conteúdo seja no facebook, instragram ou blog
✓  Salve o conteúdo para rever a informação criada, para adquirir conhecimento.

Dessa forma estará ajudando numa inclusão social de informação em rede de compartilhamento. Na postagem de hoje você conferiu sobre: Deficiência, Redes Sociais e Compartilhamentos: Uma mistura que pode gerar inclusão social!!! Nós do Território Deficiente, também estamos nas Redes Sociais, conheça logo abaixo.

Não saia dessa postagem sem curtir, seguir e compartilhar o Território nas Redes Sociais, desde já agradecemos! 

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10 Opções de Filmes sobre: Inclusão de Pessoas com Deficiência

12 novembro
A inclusão de pessoas com deficiência é prevista na Constituição e figura entre os direitos dos cidadãos. Na prática, no entanto, realizar essa inclusão não se resume apenas a garantir a presença dessas pessoas em todos espaços. Ainda nesses contextos, vemos alguns erros que terminam por reforçar práticas excludentes e discriminatórias.

10 Opções de Filmes sobre: Inclusão de Pessoas com Deficiência

10 Opções de Filmes sobre: Inclusão de Pessoas com Deficiência


Em muitos casos, isso acontece porque a deficiência toma um lugar central. Dito de outro modo, a pessoa passa a ser mais definida pelo o que não tem do que pelos diversos outros elementos que tem. Para quebrar esse paradigma, é necessário que as deficiências sejam lidas em um contexto de diversidade. Todos temos perfis e necessidades específicas. Todos vivemos e aprendemos cada um a nossa maneira.

Para contribuir com essa reflexão, selecionou dez filmes que têm como tema a inclusão de pessoas com diferentes tipos de deficiência:

1. Intocáveis (2012)

Filme Intocáveis (2012)

Classificação indicativa: não recomendado para menores de 12 anos. O filme conta a história de Philippe, um homem rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando contratar um assistente, sua história cruza com a de Driss, jovem de baixa renda e sem nenhuma experiência na função de cuidador. 

O percurso trilhado pelos dois é de aprendizagem mútua. Driss contribui para a retomada da identidade e da auto estima de Philippe a partir de um trabalho que mostra o cuidado com as deficiências, mas também uma atenção ímpar com as potencialidade envolvidas.

2. Meu nome é Radio (2003)

Filme Meu nome é Radio (2003)

Classificação indicativa: inadequado para menores de 12 anos. Todos os dias, ao redor da quadra de uma escola secundária na Carolina do Sul circula James Robert Kennedy. Acompanhado de um carrinho de supermercado e um rádio, o jovem tinha por prática observar os intensos treinos de futebol americano liderados por Harold Jones, um treinador competitivo, que não tinha olhos para nada além do trabalho, tampouco para sua mulher e filha.

Um dia, uma brincadeira de mal gosto do time com James o deixa ainda mais assustado e o fecha ainda mais em seu silêncio – o jovem não fala. Até que um dia, o treinador resolve convidá-lo para assistir a um treino e pouco a pouco o insere na equipe como um assistente. O filme mostra a inclusão de “Rádio” – nome pelo qual James passa atender – numa dinâmica antes marcada pela competição e altas habilidades, trazendo sensivelmente a possibilidade de aprendizagem em outros tempos e maneiras.

3. Colegas (2012)

Filme Colegas (2012)

Classificação indicativa: não recomendado para menores de 12 anos. Aninha, Stalone e Márcio protagonizam uma história de amizade e sonhos. Os três fogem do instituto em que viviam para perseguirem seus respectivos desejos de casar, ver o mar e voar. Ao longo da trama, os três trilham um percurso de aventura, contribuindo para que a Síndrome de Down seja retratada dentro de um contexto de autonomia, superação e aprendizagem.

4. Hoje eu quero voltar sozinho (2014)

Filme Hoje eu quero voltar sozinho (2014)

Classificação indicativa: não recomendado para menores de 12 anos. A chegada de Léo a um tradicional colégio do Rio de Janeiro insere a comunidade escolar na pauta da inclusão: o garoto é deficiente visual. Ele garoto tem que lidar com algumas dificuldades de aceitação pela turma, até que encontra apoio em um estudante recém chegado, Gabriel, com quem acaba se envolvendo amorosamente. 

O filme lida com duas importantes agendas, a inclusão e o homossexualidade, evidenciando o quanto é importante que se construam relações de respeito, colaboração e diálogo.

5. Cordas (2014)

Filme Cordas (2014)

Classificação indicativa: Livre. O curta animado “Cordas” narra a amizade entre Maria, uma garotinha muito especial e Nicolás, seu novo colega de classe, que sofre de paralisia cerebral. A pequena, vendo algumas das impossibilidades do amigo, não desiste e faz de tudo para que ele se divirta e consiga brincar. 

Reconfigurando e recriando jogos e atividades, Maria celebra a vida do colega, aprende ao passo que ensina e emociona a todos – inclusive os espectadores -, com as possibilidades do sonho e de uma amizade verdadeira. Ao final, uma surpresa especial, que lembra a todos da importância do educar e da relação que se estabelece no ensino e aprendizagem.

6. Sempre amigos (1998)

Fime Sempre amigos (1998)

Classificação indicativa: Livre. O filme relata a parceria, a amizade e as dificuldades enfrentadas por dois garotos: Kevin, extremamente inteligente, sofre de uma doença degenerativa e, por conta disso, acaba ficando isolado do convívio social, e vivendo mais no mundo da imaginação; e Max, um gigante de 13 anos, que não tem o desenvolvimento esperado na escola e por conta disso é discriminado no ambiente pelos colegas. 

Quando os dois se encontram, uma bela amizade nasce e com ela uma relação de inteligência e força, como um contraponto às injustiças cometidas nas demais relações de convivência.

7. Uma lição de amor (2001)

Filme: Uma lição de amor (2001)

Classificação indicativa: Livre. O filme conta a história de Sam Dawson, um homem com deficiência mental que tem uma filha Lucy que, quando completa 7 anos, começa a ultrapassar intelectualmente seu pai. 

Uma assistente social ao ver a situação quer tirar a guarda internando Lucy em um orfanato. A situação se transforma em um briga jurídica em que se discute o papel do pai e se pessoas com limitações intelectuais como Sam podem ser responsáveis por crianças.

8. A pessoa é para o que nasce (2002)

Filme: A pessoa é para o que nasce (2002)

Classificação indicativa: Livre. Documentário relata a história de três irmãs cegas de Campina Grande, Maria das Neves, Regina Barbosa e Francisca da Conceição. A narrativa mostra a leitura de mundo das mulheres e a dedicação do trio à música.


9. Janela da Alma (2001)

Filme: Janela da Alma (2001)

Classificação indicativa: Livre. No documentário, 19 pessoas dão seus relatos de como lidam com a deficiência visual. As histórias acabam abordando o olhar de uma forma mais sensível e menos ligada diretamente com o espectro exterior, sugerindo que a sociedade em geral, mesmo com a possibilidade de ver, deixou de enxergar o que é visível aos olhos.

10. Amy uma vida pelas crianças

Filme: Amy uma vida pelas crianças

Classificação indicativa: Livre. Após a morte de seu filho, Amy deixa seu marido para se tornar professora em uma escola para crianças deficientes. Descobrindo uma nova razão para viver, ela se dedica a ensinar crianças surdas a falar, ao mesmo tempo em que elas o ensinam o verdadeiro sentido do amor.

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Fonte: Educação Integral

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Discriminar Pessoas com Deficiência é Crime!

12 novembro
Em vigor desde janeiro de 2016, o Estatuto da Pessoa com Deficiência, uma das mais revolucionárias leis no que tange ao reconhecimento das garantias e direitos para as pessoas com deficiência, aliás, diga-se, para toda a sociedade que precisa solidarizar-se e despertar para que as diferenças não sirvam de motivação discriminatória rasa e inaceitável, mas que sejam lastreadas pelo respeito à dignidade da pessoa humana!

Discriminar Pessoas com Deficiência é Crime!

Discriminar Pessoas com Deficiência é Crime!


Conforme preceitua o art. 2º, pessoa com deficiência é aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.

É imprescindível que todos tenham conhecimento da legislação, haja vista que sob a ótica criminal as consequências para o descumprimento ou ofensa legal acarretarão sanções gravíssimas, conforme preceitua o Título II Dos Crimes e das Infrações Administrativas art. 88. 

Praticar, induzir ou incitar discriminação de pessoa em razão de sua deficiência: Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos e multa. Parágrafo 1º – Aumenta-se a pena em 1/3 (um terço) se a vítima encontrar-se sob cuidado e responsabilidade do agente. Parágrafo 2º – Se qualquer dos crimes previstos no caput deste artigo é cometido por intermédio de meios de comunicação social ou de publicação de qualquer natureza: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos e multa.

A publicação da foto de uma pessoa com deficiência nas redes sociais, com conteúdo discriminatório, pode ensejar uma pena superior à cominada para a prática do crime de furto, art. 155 do Código Penal (reclusão de um a quatro anos e multa), apenas para ilustrar quão severa pode ser a pena cominada.

Citando parte do art. 98, pois não seria possível abordarmos aqui todos os dispositivos, constitui crime punível com reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos e multa: I recusar, cobrar valores adicionais, suspender, procrastinar, cancelar ou fazer cessar inscrição de aluno em estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau, público ou privado, em razão de sua deficiência. 

Parágrafo 1º – Se o crime for praticado contra pessoa com deficiência, menor de 18 (dezoito) anos, a pena é agravada em 1/3 (um terço). Imaginem aqui o caso da escola que recusa a matrícula de aluno com deficiência, onde fazemos esta citação em detrimento de caso recente com repercussão nacional, mas que originou consequências apenas na seara cível, s.m.j, e que ainda não estava sob a égide da lei em comento, o que hoje poderia ocasionar a prisão do responsável, logicamente, diante do fato concreto e das exigências legais considerando-se a tipificação da conduta imputada ao agente ofensor.


Não obstante, se analisarmos o significado das palavras que compõem um dos tipos penais, o art. 88, praticar, induzir ou incitar discriminação, poderemos concluir que muitos casos serão alvo de interpretação, por exemplo, como ocorre nas situações de omissão dos que têm o dever de realizar as adaptações em edificações públicas ou privadas, onde a pessoa com deficiência, sentindo-se cerceada em seu direito de locomoção e, inclusive, segregada pela falta de acesso e inclusão em determinadas atividades, pode representar criminalmente contra os infratores, haja vista que não é admissível acatarmos o descaso de autoridades públicas e de quem possui condições para implementar as adaptações necessárias!

Seria de bom alvitre que todos fizessem a sua parte sem ameaça legal para realizar o que qualquer cidadão com o mínimo de educação e cidadania faz, ou seja, nem por um segundo desrespeitar o direito alheio em detrimento do egoísmo e ausência de princípios básicos inerentes ao bom convívio social, verdadeira paralisia moral e ética!

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Fonte: Jornal Cruzeiro

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