INSS vai passar Pente-Fino em Três Milhões de Benefícios - Território Deficiente
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INSS vai passar Pente-Fino em Três Milhões de Benefícios

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INSS vai passar Pente-Fino em Três Milhões de Benefícios

Durante um ano e meio serão investigados benefícios com indícios de irregularidades. Meta é economizar R$ 10 bilhões em um ano com o combate às fraudes.

INSS vai passar Pente-Fino em Três Milhões de Benefícios

O INSS está fazendo um pente-fino em benefícios em busca de irregularidades. O pente-fino vai durar um ano e meio. Serão analisados três milhões de benefícios com indícios de irregularidades, como benefícios pagos após a morte do beneficiário, acúmulo indevido, e obtenção do benefício de forma criminosa com documentos falsos.

Entre os benefícios em análise estão pensão por morte, aposentadorias e BPC, benefício de prestação continuada — um salário mínimo pago a idosos e deficientes físicos de baixa renda.O governo estima que, dos três milhões de benefícios que serão analisados, 16% têm alguma irregularidade e devem ser cortados com esse pente-fino. A meta é economizar quase R$ 10 bilhões em um ano, um total de R$ 200 bilhões em dez anos.

Quem recebe benefício do INSS precisa estar atento à notificação, que pode chegar pela rede bancária, no caixa eletrônico, escrita no extrato ou ainda pelo correio. A pessoa que for notificada precisa reunir as informações, sem perder o prazo informado na notificação.

Na semana passada, o Fantástico e o Jornal Nacional mostraram a dificuldade de um segurado do INSS para fazer uma perícia. O professor Jorge Crim, de 62 anos, é cadeirante e teve que subir sentado a escada da agência do INSS no Centro do Rio, porque o elevador do prédio não estava funcionando.

INSS vai passar Pente-Fino em Três Milhões de Benefícios

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O INSS diz que quem for chamado para prestar informações e não puder comparecer pode fazer uma procuração para que outra pessoa de sua confiança possa levar a documentação. O modelo da procuração está no site do INSS — ela não precisa ser registrada em cartório e pode ser feita de próprio punho pelo segurado.

O presidente do INSS, Renato Rodrigues Vieira, disse que é preciso intensificar o combate a fraudes, mas que ninguém terá o benefício suspenso sem ser ouvido.

“No processo de análise de irregularidade do benefício, nós respeitaremos em absoluto os direitos de contraditório e ampla defesa. Ou seja, não cessaremos o pagamento do benefício sem ouvir o beneficiário, sem ouvir o interessado. Ele terá condições de se defender, de apresentar justificativa para a manutenção do benefício”, explicou.

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Fonte: G1
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